15 de maio de 2017
Parceria com Universidade de Brunel, de Londres, irá desenvolver peças estruturais de alumínio mais leves e finas

A Universidade de Brunel, em Londres, anunciou que uma equipe de pesquisa está trabalhando no desenvolvimento de uma futura geração de peças estruturais de alumínio para o grupo Jaguar Land Rover. O objetivo é criar peças mais leves e finas, ajudando a criar veículos com maior eficiência energética e também melhorando a absorção de impactos.

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O projeto está estimado para ser desenvolvido ao longo de três anos, com um investimento total de 7,5 milhões de libras – aproximadamente 30 milhões de reais. Serão parte da pesquisa elementos de chassi, partes estruturais destinadas à absorção de impacto e painéis de fechamento.

Além do grupo Jaguar Land Rover, também participa do projeto o Brunei Centre for Advanced Solidification Technology (BCAST) – entidade que se dedica a fazer com que a pesquisa fundamental na área de fundição chegue à aplicação industrial efetiva.

Parte da pesquisa é financiada pelo Reino Unido, através do Advanced Propulsion Centre (APC). Ele é um dos sete grandes projetos, no qual o governo britânico investe 62 milhões de libras. Um dos objetivos é evitar o despejo de 50 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera até 2023 – além de promover a geração de 2370 empregos diretos no país.

Jaguar Land Rover: futura geração de peças em alumínio
2 comentários sobre a matéria:
  • 16/05/2017 às 05:51

    Eu a credito que o futturo vai se assi o vai toma de conta

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  • 16/05/2017 às 13:41

    Boa tarde, Márcio
    – Sou apreciador de suas matérias ,mas na de hoje tenho interesse específico por tratar de assunto que se refere a um trabalho que venho desenvolvendo há vários anos.Embora os processos em desenvolvimento e pesquisa devam ser muito abrangentes vejo que é citado o processo de fundição,é aí que eu entro.
    – O processo em questão foi denominado de VCI ” Vacuun Clean Injection ” onde o metal desde a sua fusão até a extração da peça pronta estará sob vácuo de 1 , 33 Milibar, ( demais processos a vácuo utilizados estão entre 30 a 90 Milibar) e com temperatura do fundido até 1.100 graus celsius que com certeza propiciaria paredes muito finas e pelo vácuo aplicado sem possibilidade de bolhas.
    – O projeto deste processo está bem definido e o tempo para colocá-lo em funcionamento seria de três a quatro meses, no entanto tenho um problema,aqui no Brasil ninguém acredita em nada ,e no exterior só sou um brasileiro, mas o projeto tem bons argumentos e apoio de professores e pesquisadores em física da Unicamp e de um graduado eng. da Embraer.
    – Vale salientar que bem no início foi feito um protótipo do equipamento que provou ser viável o processo ,no entanto uma versão definitiva esbarrou no quesito $$$.
    – Se houver interesse por parte de alguém em conhecer melhor o assunto ou mesmo em cooperar na sua divulgação,penso ser a hora.

    Grato,
    Eduardo Lopes

    eduard@variometal.com

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