3 de janeiro de 2019
Relatório do instituto retifica conclusão inicial, da época do lançamento da atual geração da picape da Ford

Por Marcio Ishikawa |

O uso intensivo de alumínio não elevou os custos de reparo da picape Ford F-150. É o que assegura um recente relatório do Insurance Institute for Highway Safety, organização sem fins lucrativos responsável por avaliar a segurança dos veículos comercializados nos Estados Unidos. O relatório retifica uma conclusão inicial do próprio instituto – que em 2015, alguns meses após o lançamento da F-150 em alumínio, chegou a afirmar que o custo de reparação seria 26% superior ao da geração anterior.

Contatada na época, a Ford explicou que a estratégia de serviços para a carroceria em alumínio foi um dos primeiros passos do projeto – fazendo com que o design fosse pensado especificamente para as características do alumínio e de forma a se obter diversos avanços em relação aos procedimentos de reparo. Um dos principais pontos é o fato de que a carroceria ter um conceito amplamente modular, construída a partir de seções estruturais menores.

Além disso, a Ford também criou um programa especial de treinamento e suporte, chamado “F-150 Collision Program”, aplicado nos meses anteriores à chegada da picape ao mercado. Além da capacitação nos procedimentos de reparo, concessionárias e oficinas independentes também receberam descontos na aquisição dos equipamentos necessários. Por fim, as peças de reposição em alumínio muitas vezes são até mais baratas que as similares em aço.

Leia mais:
O desafio da reparabilidade do alumínio

Adoção do alumínio não aumentou custo de reparo da F-150, diz IIHS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *